Conheça a gaseificação: um processo térmico com quantidade controlada de ar, capaz de tratar diferentes tipos de resíduos e criar uma nova alternativa para a gestão industrial.
Avaliação inicial do resíduo · Sem compromisso de contratação
Enviar resíduo para fora resolve a logística, mas não elimina o custo, a exposição nem a dependência. Quatro limites que a rota convencional não resolve.
Destinação de resíduo perigoso é despesa mensal indexada, que acompanha combustível, disponibilidade de aterro classe I e capacidade dos incineradores.
Cada carga que sai da planta é manuseio, transporte e custódia de terceiro. O incidente acontece fora, mas o nome na nota é o da sua empresa.
Na Política Nacional de Resíduos Sólidos, a responsabilidade pelo ciclo de vida do resíduo é compartilhada. Contratar destinação não encerra a obrigação do gerador.
Volume acumulado, janela de coleta, fila de recebimento e restrição pontual do destinador entram na sua operação sem que você controle nenhum deles.
A pergunta não é para onde mandar. É quanto disso ainda precisa sair da planta.
A nova versão muda o processo de classificação dos resíduos. Para empresas com fluxos recorrentes, este é um bom momento para revisar a classificação e avaliar alternativas de tratamento antes das próximas decisões de destinação.
A partir do encerramento da transição, a classificação passa a seguir a versão atualizada da norma.
A revisão atualiza o procedimento usado para enquadrar e caracterizar os resíduos industriais.
Reclassificar o resíduo é também uma oportunidade para comparar as opções disponíveis de tratamento e destinação.
Nenhuma tonelada a mais foi gerada. Só mudou o nome do que já estava lá.
Descreva os fluxos que a planta gera hoje. Avaliamos a compatibilidade com gaseificação e devolvemos quais deles teriam rota interna caso mudem de classe — antes de a fila de laboratório e de destinador apertar.
Resposta em até 1 dia útil · Sem custo e sem compromisso
Fontes: ABNT NBR 10004:2024, Partes 1 e 2 — comunicado Sinproquim · Lei 12.305/2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos — Planalto
É a primeira dúvida de quase todo gestor ambiental, e a diferença é de processo, não de nome. Na gaseificação o resíduo é submetido a um processo térmico com ar controlado, e o gás gerado passa por etapas posteriores de tratamento antes da emissão.
Sólidos podem ser triturados. Líquidos e pastosos podem compor blend quando compatíveis.
No reator, o resíduo é submetido a altas temperaturas com ar controlado.
Segunda etapa com controle de temperatura, turbulência e tempo de permanência.
Resfriamento e controle de particulados e compostos antes da emissão.
Temperatura, alimentação e pressão acompanhadas durante todo o tratamento.
A tecnologia atende resíduos industriais perigosos e não perigosos em diferentes estados físicos. A compatibilidade depende das características do material, não apenas da classificação.
Ser honesto sobre o limite economiza tempo dos dois lados:
Outros materiais podem exigir análise ou teste específico antes de qualquer definição.
Perigoso ou não perigoso, ambos podem ser avaliados. A classificação importa, mas composição, umidade e estado físico pesam mais na decisão técnica.
Não é preciso decidir sobre equipamento para começar. O caminho usual é enviar resíduo para tratamento, conhecer a operação, testar o próprio material e só então avaliar uma unidade dedicada.
O resíduo segue para uma unidade de tratamento e a Solum realiza a gaseificação. Sem investimento em ativo, sem licenciamento próprio, sem mudança na sua operação.
Para geração recorrente, a unidade é implantada no próprio site. O resíduo deixa de sair da empresa, com ganho de controle, rastreabilidade e previsibilidade de custo.
Aquisição de uma solução dimensionada para a operação, com engenharia, comissionamento, manutenção e peças do próprio fabricante nacional.
Os resultados abaixo vêm de aplicação real com resíduo industrial. O desempenho efetivo varia conforme as características de cada material.
Operação contínua a 5 toneladas por dia, tratando três estados físicos simultaneamente no mesmo processo, com histórico de licenciamento junto à CETESB.
O nome do cliente é preservado por acordo de confidencialidade. Os parâmetros de operação podem ser detalhados em reunião técnica.
A maior parte das empresas que nos procura já tem contrato de destinação vigente. Não é preciso romper nada para avaliar: o teste é feito com uma amostra ou uma fração do volume, em paralelo. Na renovação, a decisão passa a ser entre duas alternativas conhecidas, e não uma renovação automática.
Visite a unidade, veja o equipamento rodando e converse com a equipe de engenharia.
Quando tecnicamente aplicável, uma amostra do seu próprio material avança para teste.
Comportamento do material, redução obtida e condições de processo medidos no seu resíduo, não em um caso de outra empresa.
Aplicabilidade, modelos de atendimento, volumes mínimos e como avaliar sem interromper o contrato vigente.
Faz, e é o cenário mais comum. A avaliação e o teste acontecem em paralelo, com uma amostra ou uma fração do volume, sem interferir no contrato vigente.
A vantagem de começar antes é chegar na renovação com uma alternativa já dimensionada e testada com o seu próprio resíduo, em vez de renovar no automático por falta de tempo para avaliar.
Na gaseificação o resíduo passa por um processo térmico com quantidade de ar controlada, gerando um gás que segue para uma etapa posterior de tratamento térmico e de controle antes da emissão. Na incineração convencional o resíduo é submetido diretamente à combustão com excesso de ar.
No tratamento como serviço, a partir de cerca de 1 tonelada por dia, o equivalente a algo entre 20 e 30 toneladas por mês. Para unidade dentro da planta ou equipamento próprio, a geração recorrente precisa se aproximar de 5 toneladas por dia, que é a menor capacidade de referência.
Não. O tratamento pode ser contratado como serviço, sem aquisição de ativo e sem licenciamento próprio. A unidade dedicada é um passo posterior, quando volume e operação justificarem.
Resíduos industriais perigosos e não perigosos em diferentes estados físicos: sólidos, líquidos, pastosos, lodos e combinações. A compatibilidade é avaliada caso a caso, considerando composição, umidade e estado físico.
Sim. Materiais radioativos, explosivos e peças anatômicas humanas não fazem parte das aplicações previstas. Outros materiais podem exigir análise ou teste específico.
Sim, quando tecnicamente aplicável. O teste permite observar o comportamento do material e gerar informação real antes da definição do modelo técnico e comercial.
Em aplicações compatíveis, a redução de massa pode chegar a 10:1 e a de volume a até 250:1. O resultado varia conforme composição, umidade e características de cada material, e é justamente o que o teste com o seu resíduo mede.
Sim. A Vorax é desenvolvida e fabricada pela Solum no Brasil. Na prática isso significa engenharia acessível, assistência técnica, manutenção e peças sem dependência de importação ou de representante intermediário.
Nos projetos com unidade dedicada, as responsabilidades ambientais e de licenciamento são definidas conforme o modelo e o local. A Solum fornece informação técnica e suporte documental relacionados à tecnologia.
Descrevendo o resíduo que a empresa precisa tratar. Não é preciso saber qual capacidade, modelo ou equipamento. A avaliação inicial de compatibilidade é sem custo e a resposta sai em até 1 dia útil.
Você não precisa saber qual capacidade, modelo ou forma de contratação faz sentido. Descreva o que a sua empresa gera e a nossa equipe técnica faz a avaliação inicial de compatibilidade.
Resposta em até 1 dia útil · Avaliação sem custo · Sem compromisso de contratação
Se não tiver todas as informações agora, envie o que souber.