Gaseificação de Resíduos Industriais | Tratamento Perigosos e Não Perigosos | Gaseificação Brasil
Gaseificação Brasil
Avaliar meus resíduos
Gaseificação de resíduos industriais

Existe outra forma de tratar resíduos industriais.

Conheça a gaseificação: um processo térmico com quantidade controlada de ar, capaz de tratar diferentes tipos de resíduos e criar uma nova alternativa para a gestão industrial.

Avaliar meu resíduo Entender como funciona

Avaliação inicial do resíduo · Sem compromisso de contratação

Unidade de gaseificação instalada e montada em galpão industrial, com estrutura amarela de acesso e sistema de alimentação de resíduos
Unidade de gaseificação — equipamento real, fabricado no Brasil
5 · 10 · 15 t/diacapacidades de referência
Até 10:1redução de massa
Até 250:1redução de volume
CETESBhistórico de licenciamento em SP
1ª Patente VerdeINPI · PI 1104219-2
Tecnologia nacionalEngenharia própria, patente INPI
Fabricante nacionalPeças e assistência sem importação
A partir de 1 t/diaEscala mínima para o serviço
On-site ou off-siteNa sua planta ou em unidade nossa
A rota atual

Tratar resíduo industrial é caro e é arriscado.

Enviar resíduo para fora resolve a logística, mas não elimina o custo, a exposição nem a dependência. Quatro limites que a rota convencional não resolve.

01

O custo é recorrente e sobe

Destinação de resíduo perigoso é despesa mensal indexada, que acompanha combustível, disponibilidade de aterro classe I e capacidade dos incineradores.

02

O risco viaja com o resíduo

Cada carga que sai da planta é manuseio, transporte e custódia de terceiro. O incidente acontece fora, mas o nome na nota é o da sua empresa.

03

A responsabilidade não é transferida

Na Política Nacional de Resíduos Sólidos, a responsabilidade pelo ciclo de vida do resíduo é compartilhada. Contratar destinação não encerra a obrigação do gerador.

04

A agenda é de outro

Volume acumulado, janela de coleta, fila de recebimento e restrição pontual do destinador entram na sua operação sem que você controle nenhum deles.

A pergunta não é para onde mandar. É quanto disso ainda precisa sair da planta.

Por que agora

A transição para a NBR 10004:2024 termina em 31 de dezembro de 2026.

A nova versão muda o processo de classificação dos resíduos. Para empresas com fluxos recorrentes, este é um bom momento para revisar a classificação e avaliar alternativas de tratamento antes das próximas decisões de destinação.

  1. 31 · 12 · 2026

    Fim do período de transição

    A partir do encerramento da transição, a classificação passa a seguir a versão atualizada da norma.

  2. Novo processo

    Mais etapas na classificação

    A revisão atualiza o procedimento usado para enquadrar e caracterizar os resíduos industriais.

  3. Decisão do gerador

    Hora de rever alternativas

    Reclassificar o resíduo é também uma oportunidade para comparar as opções disponíveis de tratamento e destinação.

Nenhuma tonelada a mais foi gerada. Só mudou o nome do que já estava lá.

O que dá para fazer antes de janeiro

Descreva os fluxos que a planta gera hoje. Avaliamos a compatibilidade com gaseificação e devolvemos quais deles teriam rota interna caso mudem de classe — antes de a fila de laboratório e de destinador apertar.

Avaliar meus resíduos

Resposta em até 1 dia útil · Sem custo e sem compromisso

Fontes: ABNT NBR 10004:2024, Partes 1 e 2 — comunicado Sinproquim · Lei 12.305/2010, Política Nacional de Resíduos Sólidos — Planalto

A tecnologia

Gaseificação não é incineração.

É a primeira dúvida de quase todo gestor ambiental, e a diferença é de processo, não de nome. Na gaseificação o resíduo é submetido a um processo térmico com ar controlado, e o gás gerado passa por etapas posteriores de tratamento antes da emissão.

Aspecto Incineração convencional Gaseificação Vorax
Reação inicial Combustão direta com excesso de ar Processo térmico com quantidade de ar controlada
Produto intermediário Não há: o resíduo queima diretamente Gás, que segue para tratamento térmico posterior
Etapas de controle Tratamento de gases após a combustão Tratamento térmico do gás, resfriamento e controle de particulados e compostos antes da emissão
Escala típica Plantas centralizadas de grande porte Unidades de 5, 10 e 15 t/dia, viáveis dentro da planta do gerador
Origem e suporte Frequentemente equipamento importado Engenharia, fabricação, peças e assistência no Brasil
  1. Etapa 1

    Preparação e alimentação

    Sólidos podem ser triturados. Líquidos e pastosos podem compor blend quando compatíveis.

  2. Etapa 2

    Gaseificação

    No reator, o resíduo é submetido a altas temperaturas com ar controlado.

  3. Etapa 3

    Tratamento térmico do gás

    Segunda etapa com controle de temperatura, turbulência e tempo de permanência.

  4. Etapa 4

    Tratamento dos gases

    Resfriamento e controle de particulados e compostos antes da emissão.

  5. Etapa 5

    Monitoramento

    Temperatura, alimentação e pressão acompanhadas durante todo o tratamento.

Linha completa de gaseificação Vorax: alimentação, reator, câmara de tratamento térmico, sistema de resfriamento e filtro de mangas
Linha de gaseificação completa — da alimentação ao sistema de controle de gases.
Compatibilidade

Seu resíduo pode ser tratado por gaseificação?

A tecnologia atende resíduos industriais perigosos e não perigosos em diferentes estados físicos. A compatibilidade depende das características do material, não apenas da classificação.

Sólidos
Resíduos de processo, materiais contaminados, embalagens, produtos fora de especificação, filtros e insumos que possam ser preparados para alimentação.
Pastosos e lodos
Lodo de ETE industrial, borra oleosa, borras de processo e materiais com alta concentração de sólidos.
Líquidos
Óleos, solventes e resíduos líquidos de processo, tratados individualmente ou em blend.
Mistos
Diferentes estados físicos na mesma operação, com proporção definida conforme as características dos materiais.

O que não é tratado

Ser honesto sobre o limite economiza tempo dos dois lados:

  • Materiais radioativos
  • Explosivos
  • Peças anatômicas humanas

Outros materiais podem exigir análise ou teste específico antes de qualquer definição.

Perigoso ou não perigoso, ambos podem ser avaliados. A classificação importa, mas composição, umidade e estado físico pesam mais na decisão técnica.

Modelos de atendimento

Comece pelo serviço. Evolua conforme o volume.

Não é preciso decidir sobre equipamento para começar. O caminho usual é enviar resíduo para tratamento, conhecer a operação, testar o próprio material e só então avaliar uma unidade dedicada.

Entrada

Tratamento como serviço

O resíduo segue para uma unidade de tratamento e a Solum realiza a gaseificação. Sem investimento em ativo, sem licenciamento próprio, sem mudança na sua operação.

A partir de 1 t/diacerca de 20 a 30 t/mês de geração
Evolução

Unidade dentro da sua planta

Para geração recorrente, a unidade é implantada no próprio site. O resíduo deixa de sair da empresa, com ganho de controle, rastreabilidade e previsibilidade de custo.

Próximo de 5 t/diageração recorrente que justifique um reator dedicado
Ativo próprio

Equipamento dedicado

Aquisição de uma solução dimensionada para a operação, com engenharia, comissionamento, manutenção e peças do próprio fabricante nacional.

5, 10 ou 15 t/diacapacidade definida pelo perfil de geração

Quando faz sentido avaliar

  • Geração recorrente a partir de aproximadamente 1 t/dia
  • Resíduo perigoso com custo alto de destinação
  • Necessidade de rastreabilidade e controle do tratamento
  • Restrição, fila ou incerteza no recebimento pelo destinador atual
  • Contrato de destinação próximo da renovação

Quando provavelmente não faz

  • Geração eventual ou sazonal, sem recorrência
  • Volume abaixo de 1 t/dia de forma estável
  • Resíduo já com rota barata, estável e sem exposição relevante
  • Material radioativo, explosivo ou peça anatômica humana
Prova

Tecnologia com histórico, licenciamento e patente.

Os resultados abaixo vêm de aplicação real com resíduo industrial. O desempenho efetivo varia conforme as características de cada material.

Caso de referência

Farmacêutica multinacional, Grande São Paulo

Operação contínua a 5 toneladas por dia, tratando três estados físicos simultaneamente no mesmo processo, com histórico de licenciamento junto à CETESB.

3,5 t/diasólidos
1 t/diapastosos
500 kg/dialíquidos

O nome do cliente é preservado por acordo de confidencialidade. Os parâmetros de operação podem ser detalhados em reunião técnica.

  • INPI1ª Patente Verde concedida no Brasil. Carta Patente PI 1104219-2, verificável na base do INPI.
  • CETESBProcesso Vorax com histórico de licenciamento no estado de São Paulo.
  • ITAOrigem tecnológica ligada a pesquisas do Instituto Tecnológico de Aeronáutica.
  • +20 anosExperiência com tochas, reatores, gaseificadores e soluções térmicas.
  • 2016 · 2018Reconhecimentos em inovação e mérito ambiental.
Antes de decidir

Teste com o seu resíduo, sem mexer no contrato atual.

A maior parte das empresas que nos procura já tem contrato de destinação vigente. Não é preciso romper nada para avaliar: o teste é feito com uma amostra ou uma fração do volume, em paralelo. Na renovação, a decisão passa a ser entre duas alternativas conhecidas, e não uma renovação automática.

  1. 1

    Conheça a operação

    Visite a unidade, veja o equipamento rodando e converse com a equipe de engenharia.

  2. 2

    Leve o seu resíduo

    Quando tecnicamente aplicável, uma amostra do seu próprio material avança para teste.

  3. 3

    Decida com dado próprio

    Comportamento do material, redução obtida e condições de processo medidos no seu resíduo, não em um caso de outra empresa.

Quero avaliar meu resíduo
Vista completa da unidade de gaseificação Vorax montada em galpão, com passarelas de acesso, reator, sistema de tratamento de gases e painel de controle
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns antes da primeira conversa.

Aplicabilidade, modelos de atendimento, volumes mínimos e como avaliar sem interromper o contrato vigente.

Já tenho contrato com uma destinadora. Faz sentido avaliar agora?+

Faz, e é o cenário mais comum. A avaliação e o teste acontecem em paralelo, com uma amostra ou uma fração do volume, sem interferir no contrato vigente.

A vantagem de começar antes é chegar na renovação com uma alternativa já dimensionada e testada com o seu próprio resíduo, em vez de renovar no automático por falta de tempo para avaliar.

Qual a diferença entre gaseificação e incineração?+

Na gaseificação o resíduo passa por um processo térmico com quantidade de ar controlada, gerando um gás que segue para uma etapa posterior de tratamento térmico e de controle antes da emissão. Na incineração convencional o resíduo é submetido diretamente à combustão com excesso de ar.

A partir de qual volume a gaseificação faz sentido?+

No tratamento como serviço, a partir de cerca de 1 tonelada por dia, o equivalente a algo entre 20 e 30 toneladas por mês. Para unidade dentro da planta ou equipamento próprio, a geração recorrente precisa se aproximar de 5 toneladas por dia, que é a menor capacidade de referência.

Preciso comprar um gaseificador para usar a tecnologia?+

Não. O tratamento pode ser contratado como serviço, sem aquisição de ativo e sem licenciamento próprio. A unidade dedicada é um passo posterior, quando volume e operação justificarem.

Quais resíduos podem ser tratados?+

Resíduos industriais perigosos e não perigosos em diferentes estados físicos: sólidos, líquidos, pastosos, lodos e combinações. A compatibilidade é avaliada caso a caso, considerando composição, umidade e estado físico.

Existem resíduos que não podem ser tratados?+

Sim. Materiais radioativos, explosivos e peças anatômicas humanas não fazem parte das aplicações previstas. Outros materiais podem exigir análise ou teste específico.

Posso testar meu resíduo antes de contratar?+

Sim, quando tecnicamente aplicável. O teste permite observar o comportamento do material e gerar informação real antes da definição do modelo técnico e comercial.

Quanto a gaseificação reduz o resíduo?+

Em aplicações compatíveis, a redução de massa pode chegar a 10:1 e a de volume a até 250:1. O resultado varia conforme composição, umidade e características de cada material, e é justamente o que o teste com o seu resíduo mede.

A tecnologia é desenvolvida no Brasil?+

Sim. A Vorax é desenvolvida e fabricada pela Solum no Brasil. Na prática isso significa engenharia acessível, assistência técnica, manutenção e peças sem dependência de importação ou de representante intermediário.

A Solum ajuda no licenciamento?+

Nos projetos com unidade dedicada, as responsabilidades ambientais e de licenciamento são definidas conforme o modelo e o local. A Solum fornece informação técnica e suporte documental relacionados à tecnologia.

Como começa?+

Descrevendo o resíduo que a empresa precisa tratar. Não é preciso saber qual capacidade, modelo ou equipamento. A avaliação inicial de compatibilidade é sem custo e a resposta sai em até 1 dia útil.

Primeiro passo

Vamos avaliar se a gaseificação serve para o seu resíduo.

Você não precisa saber qual capacidade, modelo ou forma de contratação faz sentido. Descreva o que a sua empresa gera e a nossa equipe técnica faz a avaliação inicial de compatibilidade.

Resposta em até 1 dia útil · Avaliação sem custo · Sem compromisso de contratação

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Gaseificação Brasil — Grupo Vitae Brasil
São José dos Campos / SP

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Resposta em até 1 dia útil · Sem custo. Ao enviar, abrimos o seu programa de e-mail com os dados já preenchidos.

Abrimos o seu programa de e-mail com o resumo preenchido. Se nada abriu, escreva para comunicacao@solumambiental.com.br ou fale pelo WhatsApp.
Gaseificação Brasil

Tecnologia de gaseificação para tratamento de resíduos industriais. Engenharia, fabricação e suporte desenvolvidos no Brasil.

São José dos Campos-SP

Os resultados apresentados dependem das características de cada resíduo e da configuração do processo. A definição final de capacidade, desempenho, emissões, subprodutos, consumo, condições de implantação e licenciamento requer avaliação técnica específica.

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